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Avatar de Rita Dantas

Eu tenderia a concordar contigo (eu sou uma people-pleaser, até em portunhol me teria arriscado), mas conheço alguns alemães e alguns portugueses que até falam inglês, mas perdem o à vontade ao falar inglês, é como se ficassem manietados (e ainda por cima para falar sobre ideias complexas). Nunca o li, mas estou do lado dele.

Já sobre o desenrascanço, também acho que é uma virtude nacional não suficientemente elogiada. Se dependesse de mim, todos os eventos seriam planeados por alemães e executados nos últimos três dias por portugueses.

Avatar de Sofia Rocha e Silva

De quem lida de perto com esta logística, parece-me que algo estranho aconteceu na contratação desta conferência. Isto é o tipo de coisa que devia estar em contrato. Se não estava, seria natural que a parte contratante assumisse que seria em inglês, mas se estava, alguém o leu na diagonal.

Acho que demonstra a intenção frágil com algumas destas iniciativas culturais são feitas, mesmo que a sinopse seja sempre "para as pessoas". Sabemos que não é. Haver público é uma consequência (e uma ferramenta) da estratégia de marca.

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