Super interessante! A minha situação é muito diferente da tua (sou casada e tenho 3 filhos, por isso as despesas já são outras) mas tenho sempre procurado melhores maneiras de gerir o nosso dinheiro. Tomei notas, espero que consiga criar hábitos mais saudáveis :)
post super, super relevante! primeiro, pela tua posição clara em destacar a hipocrisia que muitos políticos e cidadãos comuns têm ao colocar no indivíduo a responsabilidade de colmatar as limitações com que um salário baixo os deixa, e ao favorecerem um loop de culpabilização e vergonha em se falar sobre dinheiro. depois, porque, nos últimos dois anos, mais ou menos, em que me comecei a dedicar mais ao tema, percebi que apesar de tudo isso, e se tivermos um salário com alguma margem, claro, podemos ir poupar qualquer coisinha. e depois porque realmente conhecermos o dinheiro que temos e o que fazer com ele é um grande poder. apesar de ter alguns hábitos semelhantes aos teus — uma parte do salário que vai sempre para a moey, excel para rendimentos e despesas, e ainda considerando que tenho a sorte de ter um salário razoavelmente bom, não estou nem de perto, nem de longe como tu no que conseguiste poupar (e isto é MESMO um elogio!). e por isso só queria dizer que tens mesmo, mesmo razões para estares orgulhosa! isto também porque há um discurso paralelo na sociedade que é “ah, mas isso não é nada, se não tens X é pouco e isto e aquilo”, mais uma vez como se todos começássemos com uma conta já abastecida pelos pais, tivéssemos as mesmas despesas, etc. o que juntaste é muito, sim, não é brincadeira nenhuma. e só foi possível com a tua dedicação, por isso muitos parabéns mesmo! sem dúvida que vou adotar os teus conselhos, obrigada! 😊
Obrigada, Carolina! Sim, estou muito contente e orgulhosa do que já consegui juntar mas, sendo honesta, percebo essa sensação de parecer que “não é nada”. Realmente, face ao estado actual das coisas, principalmente da crise da habitação, ter 15k ou 20k parece “nada” 🥲 mas não quero cair nesse abismo existencial. Ter este dinheiro de lado, na realidade portuguesa, é um privilégio.
E aposta nessa jornada! O lado bom das poupanças é que nunca é tarde para começar e vale sempre a pena!
Eu entendo, totalmente! Só que acho que é uma perceção circunstancial - a crise na habitação faz parecer com que isso não é nada, mas é, na verdade, uma grande conquista. Eu rejeito também cair nesse abismo existencial, porque senão não nos resta nada, e quero acreditar que tudo esse esforço vai compensar. Independentemente de demorar um bocadinho mais ou não, tens rodas as razões para te orgulhares, honestamente, inspiraste-me muito ☺️
Que conquista! Imagino que estejas muito orgulhosa (e é merecido).
Dava tanto por ter começado a poupar há vinte anos, em vez de ter aprendido tão tarde...
Gostei de tudo neste post - da primeira frase e da sua repetição, tantas vezes esquecidas ou contornadas de forma completamente irrealista, da transparência, de assumir os números, os erros, mas também os sucessos e as boas decisões.
Obrigada, Rita <3 sim, fiz questão de repetir a ideia da frase precisamente porque eu própria revirava os olhos quando vinha a conversa da "literacia financeira", soava sempre a culparem os pobres pela sua situação. E também quis trazer transparência, e mostrar números!, para desmistificar o assunto. Também me chateia os guros das finanças pessoais que depois não mostram os resultados nem dão uma ideia prática de como está a correr a poupança. Achei que o meu caso poderia ser interessante, até por ser mais uma jovem que ganha mal, para mostrar um lado realista.
Se me permites o conselho, sugiro melhorares esse Excel.
Eu faço isso de registar gastos há anos. Este ano criei categorias para os gastos: Fixos, Lazer, Pontuais e Poupanças e vou calculando a % de cada um face ao meu rendimento.
Aprendi que os Fixos devem ser no máximo 50%, às Poupanças 30% e o Lazer + Pontuais 20%.
Este objetivo de % tem-me permitido poupar mais que os 30% e ainda poder usufruir do lazer.
Sim, eu agora uso principalmente o Excel que a Catarina disponibiliza gratuitamente e que é muito mais completo do que o meu arcaico, que só usava para ir controlando o volume de poupança acumulada. Honestamente, pôr as coisas em percentagens atrofia-me e mesmo orçamentar às vezes é complicado porque eu não sei como vai correr o mês e não consigo prever assim tão bem o que vou precisar de comprar.
Até agora, o melhor método para mim é o da mesada: defino que me dou X valor por mês e, desse valor, pago as minhas despesas fixas e fico com o resto para o que venha no caminho. Sendo esse valor menor do que o meu ordenado (claro), o resto é poupança. Mas tal como tenho dito, é um work in progress, ainda posso mudar de método!
Eu não orçamento. Mas talvez comece a fazer isso no próximo ano depois de ver as percentagens deste.
A mim por a coisas em percentagem dá-me gozo e permite-me perceber onde posso ou não ajustar!
Eu como tenho já um ser a quem dar mesada tenho tentado também ensinar-lhe alguma literacia financeira para ele perceber os conceitos.
Acho que nesta área há muito para fazer para qualquer cidadão. Sendo que a tua frase de abertura e a questão do salário são fundamentais de não serem esquecidas!
Grande vantagem de não ter de pagar renda: conseguir poupar imenso. Foi assim que, nos 11 meses em que vivi em casa da minha mãe e trabalhava ao mesmo tempo, consegui poupar para pagar 2 anos de propinas de mestrado e o suficiente para, no primeiro ano, não ter de me preocupar com gastos.
Claro que, hoje em dia, não tenho essa realidade e, por isso, a história é outra — mas acho que falta mesmo ver pessoas relatar exemplos reais de poupança, de aprendizagem e de organização. Também faltam salários mais justos, melhores condições de vida e uma noção clara de que falar de salários não devia ser um tabu ou motivo para falar mal dos outros. Infelizmente, os salários já não chegam, é impossível fazer face aos valores de praticamente tudo e comentar o que ganhas com alguém no teu trabalho continua a dar motivos para falatório porque "ganhas imenso" mesmo que não ganhes nada de jeito.
Achei muito interessante o facto de falares dos certificados. Eu estou neste momento a refazer o meu fundo de emergência (porque o anterior se foi no tempo em que estive desempregada no ano passado), mas gostava de no próximo ano investir em alguns ativos diferentes, visto que até agora só tinha feito PPR.
Por favor, continua a partilhar a tua jornada. Estás a caminhar para o lugar onde queres estar e acredito que vais lá chegar!
Sofia, como é que só vi o teu comentário agora??!??
Exacto, a única vantagem de ainda viver com os pais é ter o meu ordenado inteiramente à minha disposição e poder fazer umas poupanças generosas. De resto, tal como também dizes e bem, não há literacia nem organização que nos salve destes salários miseráveis. Enfim...
Sim, quero continuar a partilhar a minha jornada porque faz falta exemplos reais, com ordenados reais. E assim contribuir também para a desmistificação da conversa do dinheiro, que é tão tabu não percebo porquê.
Revi-me em tantas coisas! Que boa crónica. Tens de estar orgulhosa. Não há nada como sentir que se tem mais segurança financeira… dá tanto descanso. E a mim faz-me sentir muito adulta, o que também tem as suas vantagens. É tão refrescante ler a tua postura no tema das finanças pessoais.
Obrigada, Sofia! Quis mesmo trazer uma perspectiva realista e orientada para o dia-a-dia, em vez das baboseiras que se lê por aí… fico contente de que tenhas gostado :)
Obrigada pela partilha! Achei interessante o teu conceito de mesada, vou ponderar adoptar. Eu registo todas as despesas, mesmo que seja dar 1€ de gorjeta, numa app desde 2021 ou 2022, mas nunca me tinha ocorrido essa ideia da mesada. Simplesmente como não sou (muito) gastadora, acaba sempre por sobrar €€ ao fim do mês. A tua estratégia é mais sistemática e talvez traga mais ganhos a longo prazo, tenho de pensar. De qualquer forma, muitos parabéns pelos objetivos conquistados nesta jornada, espero qure consigas realizar os teus sonhos!!
Experimenta! Eu achei mais prático porque assim tenho aquele X no cartão do dia-a-dia e não gasto acidentalmente dinheiro a mais. Depois hei-de escrever sobre os cofres que já inventei nas apps mas, por ex, criei um chamado “migalhas” para colocar os € q me sobram da mesada, seja cêntimos, seja 6, 7, 20€… para acumular e ter de lado se me apetecer comprar uma coisinha :)
Obrigada, amiga. Agora estou a continuar a poupança mais por desporto, porque os sonhos precisam de um milagre para se realizarem 🥲
Entendo que parece demorar horrores quando estamos a viver um dia de cada vez, mas a esse ritmo e com a ajuda dos juros compostos, bem capaz de conseguires dar entrada para uma casa até aos 35 anos. 😊 Claro que infelizmente com casa própria as despesas aumentam, mas é um sonho exequível para o qual já estás a trabalhar!
Não digo impossível porque esse esforço todo que estás a fazer vais conseguir concretizar o teu objectivo mas como as coisas andam hoje em dia vai ser difícil.
Sim, infelizmente trabalhando na área do imobiliário, tenho noção de como as coisas funcionam “por dentro” e está muito, muito difícil. Neste momento desapeguei-me da ideia urgente de “comprar casa”, estou antes a aproveitar para rechear a poupança enquanto espero por um milagre 😅
Super interessante! A minha situação é muito diferente da tua (sou casada e tenho 3 filhos, por isso as despesas já são outras) mas tenho sempre procurado melhores maneiras de gerir o nosso dinheiro. Tomei notas, espero que consiga criar hábitos mais saudáveis :)
Sim, se há algo que tenho aprendido ao seguir a Catarina é que há sempre uma forma de optimizar a nossa gestão, nem que seja a poupar 10€/mês :)
post super, super relevante! primeiro, pela tua posição clara em destacar a hipocrisia que muitos políticos e cidadãos comuns têm ao colocar no indivíduo a responsabilidade de colmatar as limitações com que um salário baixo os deixa, e ao favorecerem um loop de culpabilização e vergonha em se falar sobre dinheiro. depois, porque, nos últimos dois anos, mais ou menos, em que me comecei a dedicar mais ao tema, percebi que apesar de tudo isso, e se tivermos um salário com alguma margem, claro, podemos ir poupar qualquer coisinha. e depois porque realmente conhecermos o dinheiro que temos e o que fazer com ele é um grande poder. apesar de ter alguns hábitos semelhantes aos teus — uma parte do salário que vai sempre para a moey, excel para rendimentos e despesas, e ainda considerando que tenho a sorte de ter um salário razoavelmente bom, não estou nem de perto, nem de longe como tu no que conseguiste poupar (e isto é MESMO um elogio!). e por isso só queria dizer que tens mesmo, mesmo razões para estares orgulhosa! isto também porque há um discurso paralelo na sociedade que é “ah, mas isso não é nada, se não tens X é pouco e isto e aquilo”, mais uma vez como se todos começássemos com uma conta já abastecida pelos pais, tivéssemos as mesmas despesas, etc. o que juntaste é muito, sim, não é brincadeira nenhuma. e só foi possível com a tua dedicação, por isso muitos parabéns mesmo! sem dúvida que vou adotar os teus conselhos, obrigada! 😊
Obrigada, Carolina! Sim, estou muito contente e orgulhosa do que já consegui juntar mas, sendo honesta, percebo essa sensação de parecer que “não é nada”. Realmente, face ao estado actual das coisas, principalmente da crise da habitação, ter 15k ou 20k parece “nada” 🥲 mas não quero cair nesse abismo existencial. Ter este dinheiro de lado, na realidade portuguesa, é um privilégio.
E aposta nessa jornada! O lado bom das poupanças é que nunca é tarde para começar e vale sempre a pena!
Eu entendo, totalmente! Só que acho que é uma perceção circunstancial - a crise na habitação faz parecer com que isso não é nada, mas é, na verdade, uma grande conquista. Eu rejeito também cair nesse abismo existencial, porque senão não nos resta nada, e quero acreditar que tudo esse esforço vai compensar. Independentemente de demorar um bocadinho mais ou não, tens rodas as razões para te orgulhares, honestamente, inspiraste-me muito ☺️
aiii obrigada 🥹🥹🥹
Que conquista! Imagino que estejas muito orgulhosa (e é merecido).
Dava tanto por ter começado a poupar há vinte anos, em vez de ter aprendido tão tarde...
Gostei de tudo neste post - da primeira frase e da sua repetição, tantas vezes esquecidas ou contornadas de forma completamente irrealista, da transparência, de assumir os números, os erros, mas também os sucessos e as boas decisões.
Obrigada, Rita <3 sim, fiz questão de repetir a ideia da frase precisamente porque eu própria revirava os olhos quando vinha a conversa da "literacia financeira", soava sempre a culparem os pobres pela sua situação. E também quis trazer transparência, e mostrar números!, para desmistificar o assunto. Também me chateia os guros das finanças pessoais que depois não mostram os resultados nem dão uma ideia prática de como está a correr a poupança. Achei que o meu caso poderia ser interessante, até por ser mais uma jovem que ganha mal, para mostrar um lado realista.
Se me permites o conselho, sugiro melhorares esse Excel.
Eu faço isso de registar gastos há anos. Este ano criei categorias para os gastos: Fixos, Lazer, Pontuais e Poupanças e vou calculando a % de cada um face ao meu rendimento.
Aprendi que os Fixos devem ser no máximo 50%, às Poupanças 30% e o Lazer + Pontuais 20%.
Este objetivo de % tem-me permitido poupar mais que os 30% e ainda poder usufruir do lazer.
Sim, eu agora uso principalmente o Excel que a Catarina disponibiliza gratuitamente e que é muito mais completo do que o meu arcaico, que só usava para ir controlando o volume de poupança acumulada. Honestamente, pôr as coisas em percentagens atrofia-me e mesmo orçamentar às vezes é complicado porque eu não sei como vai correr o mês e não consigo prever assim tão bem o que vou precisar de comprar.
Até agora, o melhor método para mim é o da mesada: defino que me dou X valor por mês e, desse valor, pago as minhas despesas fixas e fico com o resto para o que venha no caminho. Sendo esse valor menor do que o meu ordenado (claro), o resto é poupança. Mas tal como tenho dito, é um work in progress, ainda posso mudar de método!
Eu não orçamento. Mas talvez comece a fazer isso no próximo ano depois de ver as percentagens deste.
A mim por a coisas em percentagem dá-me gozo e permite-me perceber onde posso ou não ajustar!
Eu como tenho já um ser a quem dar mesada tenho tentado também ensinar-lhe alguma literacia financeira para ele perceber os conceitos.
Acho que nesta área há muito para fazer para qualquer cidadão. Sendo que a tua frase de abertura e a questão do salário são fundamentais de não serem esquecidas!
Grande vantagem de não ter de pagar renda: conseguir poupar imenso. Foi assim que, nos 11 meses em que vivi em casa da minha mãe e trabalhava ao mesmo tempo, consegui poupar para pagar 2 anos de propinas de mestrado e o suficiente para, no primeiro ano, não ter de me preocupar com gastos.
Claro que, hoje em dia, não tenho essa realidade e, por isso, a história é outra — mas acho que falta mesmo ver pessoas relatar exemplos reais de poupança, de aprendizagem e de organização. Também faltam salários mais justos, melhores condições de vida e uma noção clara de que falar de salários não devia ser um tabu ou motivo para falar mal dos outros. Infelizmente, os salários já não chegam, é impossível fazer face aos valores de praticamente tudo e comentar o que ganhas com alguém no teu trabalho continua a dar motivos para falatório porque "ganhas imenso" mesmo que não ganhes nada de jeito.
Achei muito interessante o facto de falares dos certificados. Eu estou neste momento a refazer o meu fundo de emergência (porque o anterior se foi no tempo em que estive desempregada no ano passado), mas gostava de no próximo ano investir em alguns ativos diferentes, visto que até agora só tinha feito PPR.
Por favor, continua a partilhar a tua jornada. Estás a caminhar para o lugar onde queres estar e acredito que vais lá chegar!
Sofia, como é que só vi o teu comentário agora??!??
Exacto, a única vantagem de ainda viver com os pais é ter o meu ordenado inteiramente à minha disposição e poder fazer umas poupanças generosas. De resto, tal como também dizes e bem, não há literacia nem organização que nos salve destes salários miseráveis. Enfim...
Sim, quero continuar a partilhar a minha jornada porque faz falta exemplos reais, com ordenados reais. E assim contribuir também para a desmistificação da conversa do dinheiro, que é tão tabu não percebo porquê.
Revi-me em tantas coisas! Que boa crónica. Tens de estar orgulhosa. Não há nada como sentir que se tem mais segurança financeira… dá tanto descanso. E a mim faz-me sentir muito adulta, o que também tem as suas vantagens. É tão refrescante ler a tua postura no tema das finanças pessoais.
Obrigada, Sofia! Quis mesmo trazer uma perspectiva realista e orientada para o dia-a-dia, em vez das baboseiras que se lê por aí… fico contente de que tenhas gostado :)
Obrigada pela partilha! Achei interessante o teu conceito de mesada, vou ponderar adoptar. Eu registo todas as despesas, mesmo que seja dar 1€ de gorjeta, numa app desde 2021 ou 2022, mas nunca me tinha ocorrido essa ideia da mesada. Simplesmente como não sou (muito) gastadora, acaba sempre por sobrar €€ ao fim do mês. A tua estratégia é mais sistemática e talvez traga mais ganhos a longo prazo, tenho de pensar. De qualquer forma, muitos parabéns pelos objetivos conquistados nesta jornada, espero qure consigas realizar os teus sonhos!!
Experimenta! Eu achei mais prático porque assim tenho aquele X no cartão do dia-a-dia e não gasto acidentalmente dinheiro a mais. Depois hei-de escrever sobre os cofres que já inventei nas apps mas, por ex, criei um chamado “migalhas” para colocar os € q me sobram da mesada, seja cêntimos, seja 6, 7, 20€… para acumular e ter de lado se me apetecer comprar uma coisinha :)
Obrigada, amiga. Agora estou a continuar a poupança mais por desporto, porque os sonhos precisam de um milagre para se realizarem 🥲
Entendo que parece demorar horrores quando estamos a viver um dia de cada vez, mas a esse ritmo e com a ajuda dos juros compostos, bem capaz de conseguires dar entrada para uma casa até aos 35 anos. 😊 Claro que infelizmente com casa própria as despesas aumentam, mas é um sonho exequível para o qual já estás a trabalhar!
Muita força nesta jornada financeira.
Não digo impossível porque esse esforço todo que estás a fazer vais conseguir concretizar o teu objectivo mas como as coisas andam hoje em dia vai ser difícil.
Sim, infelizmente trabalhando na área do imobiliário, tenho noção de como as coisas funcionam “por dentro” e está muito, muito difícil. Neste momento desapeguei-me da ideia urgente de “comprar casa”, estou antes a aproveitar para rechear a poupança enquanto espero por um milagre 😅