Se nunca viste procura no youtube o documentário "how to survive a plague". É um retrato durissimo do que foi a epidemia da SIDA e da quantidade de pessoas que morreram e sofreram para ter direito ao mínimo de cuidados de saúde
Nunca vi, vou procurar. É mesmo surreal, temos memória curta mas isto já foi uma realidade horrenda e felizmente conseguimos toda esta medicação, é louvável aquilo que a Humanidade é capaz de fazer <3
Parabéns pelo artigo, está excelente!, e obrigado por trazeres um tema tão importante desta forma direta e descomplexada. Não fazia ideia do que era o Prep, mas sem dúvida que é da maior importância. Tal como elogiar o nosso SNS que faz maravilhas com tão pouco.
Obrigada, Bruno! Fico muito contente por saber que muita gente conheceu o PrEP à conta do meu texto, foi essa uma das motivações para o escrever! Sei que este assunto ainda é de nicho e nunca sabemos quem é que podemos ajudar ao dar a conhecer. Viva o SNS!
Está, sim! Entretanto, à boleia do meu texto fui pôr a conversa em dia com o meu amigo e ele diz-me que o serviço já começa é a ficar lotado. Espaçaram-lhe as consultas que ele tinha de 3 em 3 meses para ser apenas de 6 em 6, por exemplo. Agora é lutar para que estas equipas tenham mais pessoal, mas isso é a luta de todo o SNS, em todas as áreas, infelizmente.
Tenho um amigo português que agora vive em Londres que já me tinha falado na “magia “ do prep! Mas na altura cá ainda era um tabu! Obrigada por esta actualização maravilhosa!
É normal porque continua a ser um assunto de “nicho”, por isso ainda mais vontade tive de escrever o texto. Estou tão feliz pela existência do prep que adoro falar disto a toda a gente, todos merecemos saber, é milagroso! Que bom termos conseguido chegar até este momento <3
O texto é um lembrete poderoso de tudo o que esteve em jogo antes da ciência nos dar a PrEP. Há algo profundamente comovente naquele momento em que o dono do café diz que prefere ver os jovens “em carne e osso” do que em fotografias — uma frase que carrega décadas de luto e medo. A autora recupera essa memória colectiva para mostrar como o moralismo ainda hoje tenta meter-se onde não devia: na saúde sexual das pessoas. E fá-lo com uma franqueza rara, desmontando argumentos que ignoram o sofrimento que a SIDA causou e continua a causar. O texto também celebra o facto de vivermos numa época em que a prevenção existe, em que a medicina finalmente protege quem antes era condenado. No fundo, é um apelo simples e humano: não deixarmos que a ignorância ou o preconceito ponham vidas em risco. E é impossível não sentir gratidão quando ela fala do amigo — da sorte de o ter vivo, protegido, presente. É isso que o PrEP representa: vida.
Se nunca viste procura no youtube o documentário "how to survive a plague". É um retrato durissimo do que foi a epidemia da SIDA e da quantidade de pessoas que morreram e sofreram para ter direito ao mínimo de cuidados de saúde
Nunca vi, vou procurar. É mesmo surreal, temos memória curta mas isto já foi uma realidade horrenda e felizmente conseguimos toda esta medicação, é louvável aquilo que a Humanidade é capaz de fazer <3
Parabéns pelo artigo, está excelente!, e obrigado por trazeres um tema tão importante desta forma direta e descomplexada. Não fazia ideia do que era o Prep, mas sem dúvida que é da maior importância. Tal como elogiar o nosso SNS que faz maravilhas com tão pouco.
Obrigada, Bruno! Fico muito contente por saber que muita gente conheceu o PrEP à conta do meu texto, foi essa uma das motivações para o escrever! Sei que este assunto ainda é de nicho e nunca sabemos quem é que podemos ajudar ao dar a conhecer. Viva o SNS!
Obrigada por teres escrito sobre isso, muito importante!
Foi um gosto <3
Desconhecia que já estava tão bem oleada a distribuição e acompanhamento! Boas notícias e bom artigo desmistificador!
Está, sim! Entretanto, à boleia do meu texto fui pôr a conversa em dia com o meu amigo e ele diz-me que o serviço já começa é a ficar lotado. Espaçaram-lhe as consultas que ele tinha de 3 em 3 meses para ser apenas de 6 em 6, por exemplo. Agora é lutar para que estas equipas tenham mais pessoal, mas isso é a luta de todo o SNS, em todas as áreas, infelizmente.
Ss
Tenho um amigo português que agora vive em Londres que já me tinha falado na “magia “ do prep! Mas na altura cá ainda era um tabu! Obrigada por esta actualização maravilhosa!
Lá fora estão sempre mais à frente… mas estou muito feliz pelo que se consegue por cá, igualmente. A Prep é milagrosa, ainda bem que existe <3
Não fazem ideia que o Prep existia! Obrigada pela partilha. É sempre bom estarmos informados, por nós e pelos nossos entes queridos
É normal porque continua a ser um assunto de “nicho”, por isso ainda mais vontade tive de escrever o texto. Estou tão feliz pela existência do prep que adoro falar disto a toda a gente, todos merecemos saber, é milagroso! Que bom termos conseguido chegar até este momento <3
O texto é um lembrete poderoso de tudo o que esteve em jogo antes da ciência nos dar a PrEP. Há algo profundamente comovente naquele momento em que o dono do café diz que prefere ver os jovens “em carne e osso” do que em fotografias — uma frase que carrega décadas de luto e medo. A autora recupera essa memória colectiva para mostrar como o moralismo ainda hoje tenta meter-se onde não devia: na saúde sexual das pessoas. E fá-lo com uma franqueza rara, desmontando argumentos que ignoram o sofrimento que a SIDA causou e continua a causar. O texto também celebra o facto de vivermos numa época em que a prevenção existe, em que a medicina finalmente protege quem antes era condenado. No fundo, é um apelo simples e humano: não deixarmos que a ignorância ou o preconceito ponham vidas em risco. E é impossível não sentir gratidão quando ela fala do amigo — da sorte de o ter vivo, protegido, presente. É isso que o PrEP representa: vida.