Discussão sobre este post

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Avatar de Raquel Dias da Silva

Adorei este teu texto e não podia estar mais de acordo, mas deixa-me fazer uma adenda com conhecimento de causa: o Time Out Market nasceu em 2014 para resolver um problema, que era a revista Time Out Lisboa ser um franchise da Time Out Londres e portanto precisar de maneiras de sobreviver para além da publicidade na revista. Quando nasceu, o TOM servia para financiar o jornalismo, foi essa a ideia do editor da revista na altura. Mas os ingleses acharam o conceito tão giro que compraram a revista e o mercado (que passaram de franchise e ideia original a subsidiárias, para que os ingleses pudessem replicar os mercados no mundo; agora há Time Out Markets em montes de países). Infelizmente, o TOM passou a ser um negócio por si e não uma forma de financiar as revistas, razão porque agora não há Time Outs em papel como já houve e é praticamente tudo online. Não deixa de ter sido uma ideia troikacore, mas não como a descreves: foi uma forma de poder ter dinheiro para manter a revista e, no fundo, o emprego aos jornalistas que lá trabalhavam.

Avatar de Inês

Este post deu-me PTSD.

Há aqui coisas em que nunca tinha pensado, nomeadamente como o momento que estávamos a passar se infiltrou nas novelas do prime-time.

Gostei muito e até gostava de ver uma parte 2 (não sei se tens material, mas se tiveres não hesites!).

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